Atalho de tse_para_isco() seguido de isco88_para_egp(). Leia
isco88_para_egp() antes de usar: partindo só do TSE, o EGP sai incompleto,
porque o formulário não pergunta supervisão.
Usage
tse_para_egp(
cod,
conta_propria = NULL,
n_supervisionados = NULL,
n_classes = 11,
rotulo = TRUE,
avisar = TRUE,
usa_proprietario = TRUE,
ano = NULL
)Arguments
- cod
Vetor de códigos de ocupação do TSE (numérico ou texto).
- conta_propria
Vetor lógico opcional: a pessoa trabalha por conta própria ou é empregadora (
TRUE) ou é empregada (FALSE).- n_supervisionados
Vetor numérico opcional com o número de pessoas supervisionadas.
- n_classes
Número de classes do resultado: 11 (padrão), 7, 5 ou 3.
- rotulo
Se
TRUE(padrão), devolve rótulos — em todas as versões, inclusive nas colapsadas; seFALSE, os códigos inteiros.- avisar
Se
TRUE(padrão), avisa quandoconta_propriaoun_supervisionadosnão são fornecidos.- usa_proprietario
Se
TRUE(padrão) econta_proprianão for informado, usa a marcaproprietariodo dicionário como posição no emprego. Informarconta_propriaexplicitamente tem precedência.- ano
Vetor opcional de anos de eleição, do mesmo comprimento de
cod. Com ele, as candidaturas cujo código o TSE reutilizou depois voltamNAcom aviso, em vez de traduzidas pelo dicionário errado: o código 215 designava um cargo de direção até 2000 e passou a designar artista plástico. Sem ele, o comportamento é o de sempre. Vejatse_vigencia().
A posição no emprego que o dicionário conhece
O TSE não pergunta posição na ocupação, mas alguns dos seus códigos
nomeiam no próprio rótulo quem trabalha por conta própria — comerciante,
empresário, pecuarista, proprietário de estabelecimento, e também o
agricultor e o pescador. O dicionário marca essa condição em
tse_isco$conta_propria, e é ela, não proprietario, que corresponde ao
SEMPL = 2 das sintaxes do ISMF. As duas marcas são distintas desde
07/2026: proprietario é o subconjunto que pertence à classe proprietária,
e o agricultor (601) e o pescador (604) estão fora dele sem deixarem de
trabalhar por conta própria. Enquanto eram uma coisa só, os dois caíam em
VIIb, o fundo do esquema, ao lado do assalariado rural.
Por padrão (usa_proprietario = TRUE — o nome do argumento é anterior à
separação das duas marcas e foi mantido por compatibilidade) a função a
utiliza. São doze os códigos marcados, e sete deles mudam de classe por
causa dela. Cinco — 169, 902, 903, 904 e 905 — sairiam em II, a classe de
serviço assalariada, o que é uma inversão: a pequena burguesia contada como
classe de serviço. Os outros dois — 601 e 604 — sairiam em VIIb, ao lado do
assalariado rural.
O que continua indeterminado é a divisão entre IVa (conta própria com
empregados) e IVb (sem), que exige o número de subordinados. Todos caem em
IVb. Para publicar, prefira n_classes = 7 ou 5, onde as duas se fundem
em IVab.
Examples
# 169 é COMERCIANTE: pequena burguesia, não classe de serviço
tse_para_egp(c(111, 169, 601), avisar = FALSE)
#> [1] "I: dirigentes e profissionais superiores"
#> [2] "IVb: conta própria sem empregados"
#> [3] "IVc: proprietário rural"
tse_para_egp(169, usa_proprietario = FALSE, avisar = FALSE)
#> [1] "II: dirigentes e profissionais inferiores"
