
Escada hierárquica da CBO-2002 para quando a ocupação não está na tábua
Source:R/dados.R
cbo2002_escada.RdUm degrau por prefixo de CBO, para subir do código de seis dígitos até um
nível em que a fonte permita afirmar um ISCO. Usada por
cbo2002_para_isco() com escada = TRUE.
Format
data.frame com as colunas:
- prefixo
prefixo da CBO-2002, de 2 a 4 dígitos.
- nivel
quantos dígitos tem o prefixo: 4 = família, 3 = subgrupo, 2 = subgrupo principal.
- isco88
ISCO-88 comum às ocupações mapeadas sob o prefixo.
- n_base
quantas ocupações mapeadas sustentam o degrau.
Source
Agregado de cbo2002_isco88 pela hierarquia da própria CBO.
Como o degrau é apurado
Onde as ocupações mapeadas sob o prefixo não concordam num único ISCO, usa-se
o ancestral comum delas na hierarquia da ISCO — a forma arredondada que o
próprio ISMF publica: 2211 e 2212 viram 2210; 2210 e 2230 viram
2200. Só entram degraus cujo destino exista em isco88_medidas, porque um
ISCO sem ISEI não serve de nada. Não há destino inventado: sobe-se até onde a
fonte permite afirmar, e não além.
Por que para em dois dígitos
Descer a um dígito fecharia boa parte das 283 ocupações que sobram sem rota, e cometeria exatamente a armadilha que este pacote existe para impedir: o grande grupo 9 da CBO é reparação e manutenção (ISEI ~34) e o da ISCO é o das ocupações elementares (ISEI 16 a 30). Uma cobertura maior comprada com inversão de classe não é cobertura.
Examples
head(cbo2002_escada)
#> prefixo nivel isco88 n_base
#> 1 1111 4 1110 4
#> 2 1113 4 1110 2
#> 3 1313 4 2310 1
#> 4 1414 4 1314 3
#> 5 1415 4 1315 4
#> 6 1416 4 1226 2
# A escada tem três degraus — prefixo de quatro, três e dois dígitos — e é
# tentada, nessa ordem, só sobre o que sobrou NA com `escada = TRUE`.
table(cbo2002_escada$nivel)
#>
#> 2 3 4
#> 16 118 424