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Por onde começar
- Comece aqui: da ocupação declarada à posição social
O percurso inteiro em uma sessão, com códigos reais do TSE, e a tabela que mostra onde cada medida responde e onde ela se abstém.
- Com o tidyverse: o percurso inteiro dentro do mutate()
As funções do pacote são vetorizadas puras, então cada tradução é uma coluna nova, e todas cabem no mesmo
mutate()de um pipeline em dplyr.- Os percursos, e onde cada um se interrompe
Os quatro caminhos de tradução do pacote, desenhados e percorridos em código, com o ponto exato em que cada um deixa de saber a resposta.
Escolher e validar a medida
- As classificações: história, alcance e limites
As quatro classificações de ocupação por onde o dado entra no pacote — a ISCO, a CBO, a classificação domiciliar do IBGE e o cadastro do TSE. De onde cada uma veio, para que foi feita, e o que ela não pode responder.
- Qual régua responde à sua pergunta
- A medida se sustenta? Validação contra um critério externo
- Comparar duas fontes: o que entra, o que sai, e quem fica de fora
Oito decisões que você toma ao comparar candidaturas com população — cada uma com o grupo que ela apaga, o tamanho do apagamento, e a linha de código que mede esse tamanho no seu dado.
- Provas de robustez: como o pacote se põe à prova
Nove provas que a suíte de testes executa a cada mudança, explicadas uma a uma — o que poderia dar errado, como se testa, o que o gráfico mostra e o que significaria se a prova falhasse.
A eleição em curso
- A safra de 2026, na régua
O que o pacote já sabe sobre a eleição em curso, o que ele não pode saber ainda, e por que a safra aberta pede leitura diferente.
Publicações e créditos
- Antecedentes: de onde vem este pacote
A linhagem intelectual em que o pacote se inscreve, o que já existia antes dele, e a delimitação honesta do que aqui é contribuição e do que é reimplementação de coisa alheia.
- Publicações e como citar
O artigo de método, os trabalhos que usam o pacote como instrumento de medida, e as fontes das réguas — que pedem citação própria.